Eu os vi. E minhas Esperanças acompanharam cada batida no solo.
Eles estavam reluzindo como aqueles brilhinhos no mar, talvez, nas noites bonitas que jamais hão de ser vividas.
Mas mar foi o destino de tantas Esperanças, e não o do aconchego desses brilhos. Aquele que fugia obteve sucesso e ocultou-se no nunca. Um nunca cansado, velho e dafnizado, virando madeira ao toque cálido.
Correram por sobre as nuvens todas as Esperanças, para logo evaporarem sem chover, enquanto esses brilhos vêm apagando as lâmpadas que mão alguma construiu, digladiando-se sem tomarem conhecimento uns dos outros e de si mesmos.
Por fim, num espelho de memórias, sua voz se desfez como uma lágrima, deitando a minha sete palmos abaixo do oceano sem espumas.
Li, reli e não entendi… hahahahah
Não consegui captar a metáfora… depois vou tentar de novo.
Mas bem legal o texto.
Depois eu linko lá no favoritos (quando eu descobrir como faz…)